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"2011- O ANO EM QUE O MUNDO QUASE ACABOU" de Pedro Esgalhado





















Apresentação do livro
"2011- O ANO EM QUE O MUNDO QUASE ACABOU" de Pedro Esgalhado


Biblioteca Municipal da Covilhã
2 DE FEVEREIRO (quinta-feira)- 18H00

apresentação do livro
2011 - O ANO EM QUE O MUNDO QUASE ACABOU
Um ano na vida dos minimecos e outros contos
autor - PEDRO ESGALHADO
Prefácio – Dr. José Valle de Figueiredo
Capa – Rui Costa (artista plástico)

Biblioteca Municipal da Covilhã
2 DE FEVEREIRO (quinta-feira)- 18H00

Edição - Quartzo editora

O AUTOR
António PEDRO Proença ESGALHADO nasceu na Covilhã, em 1963, onde viveu até ao final do ciclo liceal. Por vocação, ingressa na Academia Militar em 1981, abraçando em definitivo a carreira das armas, até passar à reserva em 2010. Desempenhou as funções inerentes à carreira de oficial, mas sempre foi conhecido pelo seu gosto pela escrita, tendo colaborado em diversas publicações militares, tratando temas diversos. Entre os seus pares, é igualmente conhecido pela sua visão, que tem tanto de pragmática como de crítica, do mundo que o rodeia, e por dizer frontalmente aquilo em que acredita. Após a passagem à reserva, passa a dedicar-se ao estudo e divulgação da História, e intensifica a sua actividade no domínio da escrita, publicando, com alguma regularidade, algumas crónicas na rede social Facebook, as quais expressam as inquietações que o afligem, não só como cidadão, mas também como pai, relativamente aos acontecimentos do presente. Cedendo às pressões de vários leitores, decide compilar estas crónicas numa primeira "aventura" no domínio da sátira política e social, enquanto trabalhando em outros volumes (um, em tom idêntico, outro, num tom mais formal - sobre História) prometidos para um futuro próximo...

Portugal não é só mas é também, a nossa dor permanente."O tropel dos Cavaleiros do Apocalipse ouve-se, não muito ao longe", assevera-nos o Autor ao escrever a partitura que nos entregou para saber mais de nós e da Pátria que nos coube. Digo partitura porque é disso mesmo que se trata ao
percorrermos o que são os andamentos que se desdobram no texto escrito por Pedro Esgalhado. Música fúnebre, dir-se-ia a uma primeira leitura, aquela mesma que nos faz sofrer mas que, ao mesmo tempo, nos dá sinal de redenção, abrindo-nos a porta para mais além.
/José Valle de Figueiredo/ in Prefácio

E é de um ano na vida do povo minimeco (que adiante se apresenta) que este livro fala – uma colagem de crónicas escritas ao acaso, ao longo do ano e ao sabor dos acontecimentos, sem qualquer ambição artística ou de com elas fazer história, isto antes de alguma intenção de as dar à estampa.
[…]o autor ficou com a sensação de elas se manterem tão actuais (não obstante respeitarem a acontecimentos específicos), mas tão antigas, que se alguém tivesse tratado estes temas há 100 anos atrás, as diferenças seriam mínimas – o que leva o mesmo autor a recear que (justificadamente, julga o próprio) se daqui a 100 anos alguém vier a cobrir assuntos idênticos, bem lhe bastará pegar nestas e apenas mudar o título para “/2111 – o ano em que o mundo continuou/”, pois, feliz ou infelizmente, pouco mais terá para mudar. Mas (e aqui, felizmente) o
povo minimeco ainda cá estará, ostentando as mesmas virtudes e vícios que o têm ajudado a perpetuar-se. /Pedro Esgalhado/ in Proémio.

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