

Na nova temporada
NACO apresenta "EIRA"
O Núcleo de Animação Cultural de Oliveirinha (NACO) resolveu iniciar a nova temporada de teatro e, ao mesmo tempo, comemorar o seu 8.º aniversário com a apresentação da peça “Eira”, uma criação de Sónia Barbosa e Helena Silva, actrizes responsáveis pela formação de teatro no NACO durante o corrente ano.
Trata-se de um monólogo, de produção do próprio NACO, com interpretação de Helena Silva e encenação de Sónia Barbosa.
NACO apresenta "EIRA"
O Núcleo de Animação Cultural de Oliveirinha (NACO) resolveu iniciar a nova temporada de teatro e, ao mesmo tempo, comemorar o seu 8.º aniversário com a apresentação da peça “Eira”, uma criação de Sónia Barbosa e Helena Silva, actrizes responsáveis pela formação de teatro no NACO durante o corrente ano.
Trata-se de um monólogo, de produção do próprio NACO, com interpretação de Helena Silva e encenação de Sónia Barbosa.
Inspirado em textos de autores das Beiras, nomeadamente Vergílio Ferreira, Aquilino Ribeiro e Ana de Castro Osório, e também nas crenças, ruralidade e tradições das gentes beirãs, o monólogo tem como protagonista uma mulher que é, em simultâneo, personagem e contadora de histórias, atravessando vários ciclos: o ciclo da sua vida, o ciclo das estações do ano e o ciclo dos trabalhos agrícolas e das festividades rurais.
A narrativa desenvolve-se umas vezes em tom de brincadeira e jogo influenciado por tradições locais, outras vezes em tons de fábula fantástica, de ironia crítica sobre o temperamento das gentes e de doce melancolia do retorno às origens, num ambiente povoado por quatro elementos principais: memória, natureza, trabalho e lar.
Os objectos e artefactos utilizados são originais, de tempos passados, desde flores, plantas e ervas aromáticas, imagens e fotografias, arcas onde se guardam cereais, panos e segredos, até aos símbolos religiosos e pagãos habitados por forças obscuras e misteriosas, como se de um sonho se tratasse.
A narrativa desenvolve-se umas vezes em tom de brincadeira e jogo influenciado por tradições locais, outras vezes em tons de fábula fantástica, de ironia crítica sobre o temperamento das gentes e de doce melancolia do retorno às origens, num ambiente povoado por quatro elementos principais: memória, natureza, trabalho e lar.
Os objectos e artefactos utilizados são originais, de tempos passados, desde flores, plantas e ervas aromáticas, imagens e fotografias, arcas onde se guardam cereais, panos e segredos, até aos símbolos religiosos e pagãos habitados por forças obscuras e misteriosas, como se de um sonho se tratasse.
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