
NO IPJ de Viseu
Exposição “ À Descoberta de Vila Nova de Paiva”
"À Descoberta de Vila Nova de Paiva", é a exposição que está patente na Loja PONTO JA do IPJ – Viseu até ao dia 31 de Julho.
Através desta exposição podem ficar a conhecer um pouco mais sobre este concelho, suas artes, seu progresso, suas tradições, seus produtos turísticos...
“Já não se apresentam tão inóspitas estas serras, como antigamente. É diferente a configuração das zonas urbanizadas, pois a modernidade também trouxe progresso e riqueza. Mas as águas das mil e umas nascentes continuam a irrigar o concelho, onde se espraiam e estrangulam os caudais do Vouga, do Paiva e do Côvo. As serranias conservam seu manto telúrico, esfarripado desde as fraldas da Nave; lá de cima, douradas de soberania, acompanham o agricultor no cultivo do terrunho e orientam o viandante perdido nos caminhos de Deus. A paisagem continua salpicada de ancestrais moinhos de água ou de monumentos megalíticos, num testemunho fero de tempos remotos. Aqui e além ainda se encontram mulheres com capuchas de burel, como as pinta Aquilino”.
(H. Almeida, 2003)
"À Descoberta de Vila Nova de Paiva", é a exposição que está patente na Loja PONTO JA do IPJ – Viseu até ao dia 31 de Julho.
Através desta exposição podem ficar a conhecer um pouco mais sobre este concelho, suas artes, seu progresso, suas tradições, seus produtos turísticos...
“Já não se apresentam tão inóspitas estas serras, como antigamente. É diferente a configuração das zonas urbanizadas, pois a modernidade também trouxe progresso e riqueza. Mas as águas das mil e umas nascentes continuam a irrigar o concelho, onde se espraiam e estrangulam os caudais do Vouga, do Paiva e do Côvo. As serranias conservam seu manto telúrico, esfarripado desde as fraldas da Nave; lá de cima, douradas de soberania, acompanham o agricultor no cultivo do terrunho e orientam o viandante perdido nos caminhos de Deus. A paisagem continua salpicada de ancestrais moinhos de água ou de monumentos megalíticos, num testemunho fero de tempos remotos. Aqui e além ainda se encontram mulheres com capuchas de burel, como as pinta Aquilino”.
(H. Almeida, 2003)
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