

Campo Benfeito em festa entre 13 e 21 de Agosto
FESTIVAL ALTITUDES 2011
A crise chegou e instalou-se. Os cortes foram uma realidade mas há pelo menos um corte que ninguém conseguiu levar avante: a nossa vontade de sonhar e concretizar.
O Festival Altitudes 2011 é uma realidade, teve cortes, sofreu reestruturações, obrigou –nos a fazer um exercício de “multiplicação” de meios e financiamentos, mas é hoje uma realidade.
Não permitimos que nos cortem a vontade de sonhar, não permitimos que se descure no serviço público que temos de prestar, queremos continuar a nossa luta nas assimetrias culturais da nossa região. O Festival volta em força para levar ás gentes do Montemuro e claro de todo o país espectáculos, concertos e ateliers que se regem por dois factores comuns: qualidade e rigor.
Assim quem vier até ao Altitudes terá a oportunidade de ver em palco as seguintes companhias:
FESTIVAL ALTITUDES 2011
A crise chegou e instalou-se. Os cortes foram uma realidade mas há pelo menos um corte que ninguém conseguiu levar avante: a nossa vontade de sonhar e concretizar.
O Festival Altitudes 2011 é uma realidade, teve cortes, sofreu reestruturações, obrigou –nos a fazer um exercício de “multiplicação” de meios e financiamentos, mas é hoje uma realidade.
Não permitimos que nos cortem a vontade de sonhar, não permitimos que se descure no serviço público que temos de prestar, queremos continuar a nossa luta nas assimetrias culturais da nossa região. O Festival volta em força para levar ás gentes do Montemuro e claro de todo o país espectáculos, concertos e ateliers que se regem por dois factores comuns: qualidade e rigor.
Assim quem vier até ao Altitudes terá a oportunidade de ver em palco as seguintes companhias:
O Teatro O Bando que já alguns anos que não pisava o palco do Altitudes, o Palmilha Dentada e o Peripécia Teatro, duas presenças regulares no festival, o Teatro das Beiras com quem o Montemuro tem uma relação de muitos anos de intercâmbios e co-produções, a FCProduções que também regressa ao Festival após ausência de alguns anos, o Teatro de Marionetas do Porto que tem sido uma presença constante e que regressa em 2011 sob a forma de homenagem do Montemuro ao amigo João Paulo Seara Cardoso e a ACERT que é a companhia mais próxima do Montemuro, pelo menos geograficamente, para além da relação de amizade que aproxima as estruturas.
Também os mais pequeninos não foram esquecidos e nas manhãs de 17 e 21 Agosto, pelas 10h30 a companhia Chão de Oliva e o Teatro e Marionetas de Mandrágora apresentam os seus projectos.
A música dá claramente um calor diferente ao Festival. Nas frias noites de Verão na Serra os concertos ficam a cargo do grupo Strella do Dia, na noite de 14 de Agosto e é no encerramento do Festival, a 21 de Agosto que Camané fará vibrar o pequeno Espaço Montemuro.
As presenças internacionais? Lamentavelmente nesta edição não conseguimos reunir os recursos necessários para a presença destes. A nossa opção recaiu assumidamente pela qualidade artística do panorama português, e vai valer a pena!
Também poderão passar o dia connosco porque durante as tardes do Festival estará disponível ao público um atelier orientado por Margarida Botelho. Um trabalho de construção plástica, a magia das histórias, a emoção da partilha. Será com certeza um momento de experimentar e partilhar entre pais e filhos, irmãos, avós e netos, entre todos que sentirem vontade de criar um mundo imaginário novo.
Dia 13 de Agosto
21h30 “Remendos” Teatro do Montemuro
Dia 14 de Agosto
21h30 “O Guardião do Rio” Palmilha Dentada
23h00 concerto Strella do Dia
Dia 15 de Agosto
21h30 “Afonso Henriques” O Bando
Dia 16 de Agosto
21h30 “Antes solo que mal acompanhado” Peripécia Teatro
Dia 17 de Agosto
10h30 “O Rei Vai Nú” Chão de Oliva
21h30 “Ay, Carmela!” Teatro das Beiras
Dia 18 de Agosto
21h30 “Confissões de um fumador” FC Produções
Dia 19 de Agosto
21h30 “Frágil” Teatro de Marionetas do Porto
Dia 20 de Agosto
21h30 “Circonferências” ACERT
Dia 21 de Agosto
10h30 “Bzzzoira Moira” Marionetas de Mandrágora
21h30 concerto Camané
Também os mais pequeninos não foram esquecidos e nas manhãs de 17 e 21 Agosto, pelas 10h30 a companhia Chão de Oliva e o Teatro e Marionetas de Mandrágora apresentam os seus projectos.
A música dá claramente um calor diferente ao Festival. Nas frias noites de Verão na Serra os concertos ficam a cargo do grupo Strella do Dia, na noite de 14 de Agosto e é no encerramento do Festival, a 21 de Agosto que Camané fará vibrar o pequeno Espaço Montemuro.
As presenças internacionais? Lamentavelmente nesta edição não conseguimos reunir os recursos necessários para a presença destes. A nossa opção recaiu assumidamente pela qualidade artística do panorama português, e vai valer a pena!
Também poderão passar o dia connosco porque durante as tardes do Festival estará disponível ao público um atelier orientado por Margarida Botelho. Um trabalho de construção plástica, a magia das histórias, a emoção da partilha. Será com certeza um momento de experimentar e partilhar entre pais e filhos, irmãos, avós e netos, entre todos que sentirem vontade de criar um mundo imaginário novo.
Dia 13 de Agosto
21h30 “Remendos” Teatro do Montemuro
Dia 14 de Agosto
21h30 “O Guardião do Rio” Palmilha Dentada
23h00 concerto Strella do Dia
Dia 15 de Agosto
21h30 “Afonso Henriques” O Bando
Dia 16 de Agosto
21h30 “Antes solo que mal acompanhado” Peripécia Teatro
Dia 17 de Agosto
10h30 “O Rei Vai Nú” Chão de Oliva
21h30 “Ay, Carmela!” Teatro das Beiras
Dia 18 de Agosto
21h30 “Confissões de um fumador” FC Produções
Dia 19 de Agosto
21h30 “Frágil” Teatro de Marionetas do Porto
Dia 20 de Agosto
21h30 “Circonferências” ACERT
Dia 21 de Agosto
10h30 “Bzzzoira Moira” Marionetas de Mandrágora
21h30 concerto Camané
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