Tondela - “Cine Tejá” transformado em oficina de cenários para espectáculos
A Câmara Municipal de Tondela adquiriu o velho edifício do “Cine Tejá”, para nele instalar uma oficina de construção de cenários para espectáculos, num projecto que se integra numa candidatura à Rede Urbana de Competitividade e Inovação – “Economias Criativas”, realizada pela Edilidade tondelense, que tem como parceiros a ACERT, a nível local e os municípios de Óbidos, Guimarães, Montemor-o-Novo, Montemor-o-Velho e Seia.
A requalificação do imóvel irá ser iniciada brevemente, pois o projecto já está concluído e pronto a ser lançado a concurso público.
Segundo Carlos Marta, ouvido pela agência Lusa, “desta forma recuperamos um edifício antigo, que deixou uma grande memória mas está em avançado estado de degradação e, ao mesmo tempo, faremos um investimento dentro da Cidade, para atrair mais pessoas e mais negócios”.
Para o autarca, trata-se de “um investimento de 600 mil euros, fora a aquisição do edifício, que custou 160 mil euros”, sendo ambos os montantes comparticipados em 85 por cento.
Recorde-se que o “Cine Tejá”, foi encerrado há cerca de 20 anos, tendo sempre uma enorme importância pela sua dinâmica cultural na antiga Vila, acolhendo espectáculos de cinema, teatro, saraus e conferências e até comícios no pós 25 de Abril, para além dos bailes que ali também se chegaram a realizar.
Miguel Torres, dirigente da ACERT, mostrou-se satisfeito com a aquisição e o projecto que ela visa, considerando “uma consequência do trabalho” que a associação cultural tem desenvolvido nos últimos anos ao nível da construção de cenários.
Diz ele que “é uma aspiração que tínhamos há muito tempo, porque outras estruturas vêm fazer residências ao espaço Novo Ciclo ACERT, sabem que nós dominamos bem a técnica de construção cenográfica e pedem-nos apoio”, referiu à Lusa.
Desta forma a ACERT tinha necessidade “de ter uma estrutura com capacidade de resposta”, sustentou, não só para as construções destinadas à sua Companhia de Teatro (Trigo Limpo), mas também para aquelas que fazem residências artísticas na Cidade.
“Desde a primeira hora que nos envolvemos com a Câmara na idealização do projecto”, referiu Miguel Torres, mostrando o seu contentamento pela estratégia do Município para a área cultural.
Até agora a ACERT recorria muito à solidariedade dos empresários locais que têm emprestado espaços e o edifício do “Cine Tejá” foi considerado uma boa escolha para local da oficina de construção de cenários.
Miguel Torres recordou que a primeira apresentação que o Trigo Limpo fez, foi lá, no “Cine Tejá”, em 1976, sendo um sinal de grande simbolismo e era também “a oportunidade de recuperar, no centro de Tondela, um edifício que estava num estado de pré-ruína”, concluiu
A Câmara Municipal de Tondela adquiriu o velho edifício do “Cine Tejá”, para nele instalar uma oficina de construção de cenários para espectáculos, num projecto que se integra numa candidatura à Rede Urbana de Competitividade e Inovação – “Economias Criativas”, realizada pela Edilidade tondelense, que tem como parceiros a ACERT, a nível local e os municípios de Óbidos, Guimarães, Montemor-o-Novo, Montemor-o-Velho e Seia.
A requalificação do imóvel irá ser iniciada brevemente, pois o projecto já está concluído e pronto a ser lançado a concurso público.
Segundo Carlos Marta, ouvido pela agência Lusa, “desta forma recuperamos um edifício antigo, que deixou uma grande memória mas está em avançado estado de degradação e, ao mesmo tempo, faremos um investimento dentro da Cidade, para atrair mais pessoas e mais negócios”.
Para o autarca, trata-se de “um investimento de 600 mil euros, fora a aquisição do edifício, que custou 160 mil euros”, sendo ambos os montantes comparticipados em 85 por cento.
Recorde-se que o “Cine Tejá”, foi encerrado há cerca de 20 anos, tendo sempre uma enorme importância pela sua dinâmica cultural na antiga Vila, acolhendo espectáculos de cinema, teatro, saraus e conferências e até comícios no pós 25 de Abril, para além dos bailes que ali também se chegaram a realizar.
Miguel Torres, dirigente da ACERT, mostrou-se satisfeito com a aquisição e o projecto que ela visa, considerando “uma consequência do trabalho” que a associação cultural tem desenvolvido nos últimos anos ao nível da construção de cenários.
Diz ele que “é uma aspiração que tínhamos há muito tempo, porque outras estruturas vêm fazer residências ao espaço Novo Ciclo ACERT, sabem que nós dominamos bem a técnica de construção cenográfica e pedem-nos apoio”, referiu à Lusa.
Desta forma a ACERT tinha necessidade “de ter uma estrutura com capacidade de resposta”, sustentou, não só para as construções destinadas à sua Companhia de Teatro (Trigo Limpo), mas também para aquelas que fazem residências artísticas na Cidade.
“Desde a primeira hora que nos envolvemos com a Câmara na idealização do projecto”, referiu Miguel Torres, mostrando o seu contentamento pela estratégia do Município para a área cultural.
Até agora a ACERT recorria muito à solidariedade dos empresários locais que têm emprestado espaços e o edifício do “Cine Tejá” foi considerado uma boa escolha para local da oficina de construção de cenários.
Miguel Torres recordou que a primeira apresentação que o Trigo Limpo fez, foi lá, no “Cine Tejá”, em 1976, sendo um sinal de grande simbolismo e era também “a oportunidade de recuperar, no centro de Tondela, um edifício que estava num estado de pré-ruína”, concluiu
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