VARAZIM TEATROAssociação Cultural
Oficina Música Reciclada
dia 28 de Dezembro
14h30 às 17h30 (6h)
Formador: Rui Alves Leitão (Fértil – AC)
A música é uma reciclagem dinâmica de sons que nós usamos todos os dias. Para além da reciclagem dos sons, nesta oficina pretendemos desenvolver duas temáticas: a construção de instrumentos musicais com objectos em fim de vida e tocar música com esses instrumentos. Nos dias de hoje é indiscutível a importância da educação ambiental em qualquer geração. A educação artística aliada à educação ambiental é objectivo mais forte desta oficina. Na construção os participantes irão criar verdadeiros instrumentos musicais com os objectos mais improváveis. O objectivo principal é mostrar que o fim de vida de um objecto é definido por nós e que se houver criatividade podemos dar vida a imensas coisas que iriam para o lixo. Tocar música com instrumentos feitos de objectos diferentes é outra aventura. Muitas vezes olhamos para a música como uma coisa que só dá para os outros e que é preciso estudar muito e só nos lembramos de pianos, guitarras, violinos, etc. Nesta parte da oficina vamos mostrar aos participantes que a música vai muito para além disso e que os instrumentos musicais nem sempre são caros e complicados. A oficina está dividia em duas partes que podem ser feita de forma independente ou em conjunto.
Rui Alves Leitão
Licenciado em Antropologia pela Universidade Fernando Pessoa – Porto. Defendeu a monografia de licenciatura: “Antropologia Teatral – Um Estudo Antropológico Sobre a Arte de Representar”. Músico em DIDGEnBASS e Liquidambar. Participou na revista Sub-Texto com dois artigos: “Interculturalismo Teatral” e “O Actor Social e Artístico – A complexidade da divisão de uma vida em várias representações”. Compositor de musica nos seguintes espectáculos: “Sede”, de Joana Soares, “Três vozes” de Sylvia Plath, dirigido por Neusa Fangueiro; e “Alucinação numa gota de àgua” de Jaime Soares. Trabalhou como Antropólogo no Gabinete de Animação Sócio Cultura da C. M. de V. N. de Famalicão, onde realizou investigação sobre o folclore do concelho e redigiu o livro intitulado “Um Olhar Sobre o Folclore – O caso famalicense”. Colaborou com Centro de Estudos de Antropologia Aplicada da Universidade Fernando Pessoa.
Inscrições através do e-mail: vt@varazimteatro.org
Informações adicionais: 912420129 (Joana Soares)
dia 28 de Dezembro
14h30 às 17h30 (6h)
Formador: Rui Alves Leitão (Fértil – AC)
A música é uma reciclagem dinâmica de sons que nós usamos todos os dias. Para além da reciclagem dos sons, nesta oficina pretendemos desenvolver duas temáticas: a construção de instrumentos musicais com objectos em fim de vida e tocar música com esses instrumentos. Nos dias de hoje é indiscutível a importância da educação ambiental em qualquer geração. A educação artística aliada à educação ambiental é objectivo mais forte desta oficina. Na construção os participantes irão criar verdadeiros instrumentos musicais com os objectos mais improváveis. O objectivo principal é mostrar que o fim de vida de um objecto é definido por nós e que se houver criatividade podemos dar vida a imensas coisas que iriam para o lixo. Tocar música com instrumentos feitos de objectos diferentes é outra aventura. Muitas vezes olhamos para a música como uma coisa que só dá para os outros e que é preciso estudar muito e só nos lembramos de pianos, guitarras, violinos, etc. Nesta parte da oficina vamos mostrar aos participantes que a música vai muito para além disso e que os instrumentos musicais nem sempre são caros e complicados. A oficina está dividia em duas partes que podem ser feita de forma independente ou em conjunto.
Rui Alves Leitão
Licenciado em Antropologia pela Universidade Fernando Pessoa – Porto. Defendeu a monografia de licenciatura: “Antropologia Teatral – Um Estudo Antropológico Sobre a Arte de Representar”. Músico em DIDGEnBASS e Liquidambar. Participou na revista Sub-Texto com dois artigos: “Interculturalismo Teatral” e “O Actor Social e Artístico – A complexidade da divisão de uma vida em várias representações”. Compositor de musica nos seguintes espectáculos: “Sede”, de Joana Soares, “Três vozes” de Sylvia Plath, dirigido por Neusa Fangueiro; e “Alucinação numa gota de àgua” de Jaime Soares. Trabalhou como Antropólogo no Gabinete de Animação Sócio Cultura da C. M. de V. N. de Famalicão, onde realizou investigação sobre o folclore do concelho e redigiu o livro intitulado “Um Olhar Sobre o Folclore – O caso famalicense”. Colaborou com Centro de Estudos de Antropologia Aplicada da Universidade Fernando Pessoa.
Inscrições através do e-mail: vt@varazimteatro.org
Informações adicionais: 912420129 (Joana Soares)
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