... Eu ...
Escrita viva da minha vida, espero um sonho.
Alma que vive sem métrica, sem ordem transparente e desmedida, despida.
Uma distância entre hemisférios,
silaba a silaba medidas para evitar meu desgaste. Frases em construções, influências disformes e contorcionistas, confusas.
Poder absoluto da minha independência dependente do onírico.
Quem de vós se atreve a reconhecer-me escuridão que ainda não me escravizou?
Alma que vive sem métrica, sem ordem transparente e desmedida, despida.
Uma distância entre hemisférios,
silaba a silaba medidas para evitar meu desgaste. Frases em construções, influências disformes e contorcionistas, confusas.
Poder absoluto da minha independência dependente do onírico.
Quem de vós se atreve a reconhecer-me escuridão que ainda não me escravizou?
... Eu ...
Somente como Eu bem "o sei"
caminho por um arame fino, existencial
e reluzo na noite, num desejo ardente de me conhecerem o Ser.
E por entre a travessia, deixo no ar um toque perfumado, aroma e cheiro a mar.
Passeio num deambular entre o real e um imaginário palpável.
Poderia ser uma ela,
Não, SOU EU mesmo!®
caminho por um arame fino, existencial
e reluzo na noite, num desejo ardente de me conhecerem o Ser.
E por entre a travessia, deixo no ar um toque perfumado, aroma e cheiro a mar.
Passeio num deambular entre o real e um imaginário palpável.
Poderia ser uma ela,
Não, SOU EU mesmo!®
Alexa Marques com A Face oculta da Lua ®
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