1.Conceito
O “GAP YEAR” é um conceito relativamente recente no mundo académico, pretendendo-se configurar um “ano de intervalo” entre duas fases de um determinado percurso estudantil – por exemplo, entre o nível do ensino secundário e o nível do ensino universitário.
Antes de ingressar na universidade e concluída que esteja (com sucesso) a fase do secundário, o(a) estudante parte durante um ano à procura de novas experiências que lhe possam enriquecer o seu curriculum pessoal e social (com natural repercussão também no seu desenvolvimento intelectual).
Não há naturalmente qualquer modelo pré-determinado no que diz respeito ao conteúdo de um Gap Year, dependendo da vontade e dos propósitos de quem o pretende concretizar. Podem-se apontar diversos exemplos como sejam trabalhos de voluntariado nas áreas social, cultural, desportiva e ambiental, trabalhos remunerados de diversa índole, realização de percursos internacionais, recolha de informação ou de imagens, observação de experiências sociais ou de outra natureza, enfim, um sem número de hipóteses que são deixadas à capacidade imaginativa, interventiva ou criativa de cada um.
Pressupõe-se no entanto que um Gap Year seja sempre concretizado fora do ambiente normal ou do país em que o candidato vive, de forma a que a experiência seja tão abrangente e enriquecedora quanto possível.
Em caso algum um Gap Year deve ser encarado como uma jornada prolongada de turismo ou de mero lazer.
2.O GAP YEAR e a Fundação Lapa do Lobo
A Fundação Lapa do Lobo financiou nos três últimos anos letivos a concretização de um Gap Year a alguns jovens estudantes dos Agrupamentos de Escolas do Carregal do Sal e de Canas de Senhorim.
A sua experiência pode ser observada visitando os blogues respetivos:
www.fllgapyear.com / www.fllgapyearnasamericas.com / www.valoreseculturagap.com
www.caidosnooriente.wordpress.com / www.levadosaoextremo.tk www.fllaprenderviajando.wordpress.com
Para mais informações, contactar www.geral@fundacaolapadolobo.pt
REPORTAGEM (X) 5 – Prémio GICAV BD Paulo Monteiro é um autor de banda desenhada e ilustrador, nascido em Vila Nova de Gaia, que se formou em Letras e História de Arte pela Universidade de Lisboa e se radicou em Beja desde 1993. Desde 2005, dirige a Bedeteca de Beja e o seu festival internacional, tendo publicado três livros de BD e percorrido escolas e eventos na Europa, Angola e Brasil para promover a banda desenhada. Realiza conferências e exposições sobre banda desenhada e visita escolas em Portugal e no estrangeiro. Está envolvido na criação do Museu da Banda Desenhada em Beja, do qual tem sido o maior defensor e promotor. Prémio Especial GICAV BD PAULO MONTEIRO Beja
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