Viver para ContarNo início deste novo ano, gostaria de deixar aos jovens e às organizações que trabalham com e para a juventude uma mensagem de confiança e de vontade para enfrentar um ano que, não sendo fácil, deverá ser um ano em que todos nos devemos empenhar pela obtenção de bons resultados. Durante 2011, o Programa Juventude em Acção teve uma execução plena em Portugal, dando uma vez mais à Comissão Europeia uma imagem de que o movimento associativo e os jovens portugueses agarraram bem esta oportunidade de internacionalização das suas atividades. Este é portanto o caminho a seguir: com empenho, com criatividade, com competência e com vontade de chegar cada vez mais longe e a cada vez mais jovens para que estes integrem esta grande família que é o Juventude em Acção.
Fizemos a diferença? É claro que sim. O país jovem está melhor, tem mais projetos de qualidade, tem mais gente envolvida, tem novos promotores e tem uma energia renovada em que todos esta-mos apostados.
2012 será um ano de grandes desafios por força das circunstâncias nacionais e internacionais. A essas circunstâncias de dificuldade é imperioso que saibamos responder com firmeza e que nessa firmeza encontremos ainda mais criatividade na forma como elaboramos os nossos projetos, envolvendo novos protagonistas, novas metodologias, novas contextualizações para que a juventude e a sua intervenção sejam uma parte significativa da solução e não do problema.
Este ano é o ano Europeu do Envelhecimento Ativo e do Diálogo Intergeracional. Temos aqui um enormíssimo espaço de atuação uma vez que também tem sido entendimento de muitos de vós que o trabalho de juventude não é uma ilha isolada entre pares, mas antes uma presença preocupada e comprometida com as comunidades e com os cidadãos de todas as idades que as compõem, sem preconceitos e com resultados que certamente inspirarão os novos tempos e os novos desafios.
No âmbito das prioridades do Programa, realço a prioridade dada à ligação entre o desporto e as atividades dos jovens enquanto fator de promoção de hábitos de vida saudável e inclusão de jovens com menos oportunidades. Em Portugal, dadas também as orientações políticas do Governo nesta matéria, sublinhamos que caberá à sociedade civil e às organizações de juventude e do desporto a especial atenção para este ponto enquanto oportunidade para ir mais longe e mais fundo em temá-ticas tradicionalmente pouco exploradas como a relação entre desporto e ética, desporto e tolerância, desporto e igualdade de género, desporto e integração de comunidades migrantes, desporto e tradições, desporto e desenvolvimento ecologicamente sustentável, entre outras. A prioridade dada a projetos que envolvam a prática desportiva nestes termos poderá trazer para a juventude e para o despor-to um ganho civilizacional, sendo fundamental que os jovens estejam na linha da frente deste desafio tão útil ao desenvolvimento das sociedades.
2012 será um ano de grandes desafios por força das circunstâncias nacionais e internacionais. A essas circunstâncias de dificuldade é imperioso que saibamos responder com firmeza e que nessa firmeza encontremos ainda mais criatividade na forma como elaboramos os nossos projetos, envolvendo novos protagonistas, novas metodologias, novas contextualizações para que a juventude e a sua intervenção sejam uma parte significativa da solução e não do problema.
Este ano é o ano Europeu do Envelhecimento Ativo e do Diálogo Intergeracional. Temos aqui um enormíssimo espaço de atuação uma vez que também tem sido entendimento de muitos de vós que o trabalho de juventude não é uma ilha isolada entre pares, mas antes uma presença preocupada e comprometida com as comunidades e com os cidadãos de todas as idades que as compõem, sem preconceitos e com resultados que certamente inspirarão os novos tempos e os novos desafios.
No âmbito das prioridades do Programa, realço a prioridade dada à ligação entre o desporto e as atividades dos jovens enquanto fator de promoção de hábitos de vida saudável e inclusão de jovens com menos oportunidades. Em Portugal, dadas também as orientações políticas do Governo nesta matéria, sublinhamos que caberá à sociedade civil e às organizações de juventude e do desporto a especial atenção para este ponto enquanto oportunidade para ir mais longe e mais fundo em temá-ticas tradicionalmente pouco exploradas como a relação entre desporto e ética, desporto e tolerância, desporto e igualdade de género, desporto e integração de comunidades migrantes, desporto e tradições, desporto e desenvolvimento ecologicamente sustentável, entre outras. A prioridade dada a projetos que envolvam a prática desportiva nestes termos poderá trazer para a juventude e para o despor-to um ganho civilizacional, sendo fundamental que os jovens estejam na linha da frente deste desafio tão útil ao desenvolvimento das sociedades.
Por último, gostaria de voltar a reforçar a necessidade de entendermos as nossas missões como missões de um tempo e de um contex-to, sendo absolutamente necessário que os jovens mais do que trazerem à discussão novos temas e novas perspetivas, sejam também capazes de agir e com a sua ação testemunharem um mundo realmente novo, mais equilibrado e mais próximo de todos os seres humanos. A concretização dos projetos com evidencias tangíveis e mensuráveis da sua qualidade é um imperativo. Viver para contar. É tão simplesmente isto, mas é também tão grandemente isto. Se assim for, o ano 2012 será um ano de sucessos e de missão cumpri-da. Mãos e coração à obra!
POMPEU MARTINS— Diretor da Agência Nacional
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