
TÂNIA CARVALHO APRESENTA EM BRAGA PERFORMANCE QUE INCLUIU LUÍS GUERRA
ENTRE OS MELHORES BAILARINOS DO MUNDO
ENTRE OS MELHORES BAILARINOS DO MUNDO
Theatro Circo a 18 de Novembro, 21h30.
“Olhos Caídos” é a performance que garantiu a Luís Guerra a distinção, pela revista Dance Europe, como um dos melhores bailarinos de todo o mundo e que a coreógrafa Tânia Carvalho apresenta no Theatro Circo a 18 de Novembro, 21h30.
«A minha matriz para este trabalho vai ser mesmo o movimento e deixá-lo aparecer durante o tempo de criação», expõe Tânia Carvalho que, para esta performance, fez questão de ter ao seu lado Luís Guerra. «O Luís Guerra é um bailarino com o qual gosto muito de trabalhar, impressiona-me a forma como ele se apodera dos movimentos que lhe passo e os agarra de corpo e alma», declara a coreógrafa e intérprete de “Olhos Caídos”.
Foi precisamente a partir desta sinergia que, durante a Biennal de la Danse de Lyon, os críticos da revista inglesa “Dance Europe” avaliaram Luís Guerra como um dos melhores bailarinos de dança contemporânea do mundo, atribuindo-lhe a décima sétima posição numa escala de cem.
Com formação clássica, foi na dança contemporânea que Luís Guerra encontrou a liberdade criativa que procurava para a sua arte. A viver em Viana do Castelo, o bailarino já trabalhou com coreógrafos como Bock & Vincenzi, Emio Greco, Marlene Freitas, La Zouze/Christophe Haleb, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Clara Andermatt (PT) e Félix Lozano. Para além de coreógrafo, actividade a que se dedica desde 2005, Luís Guerra já desempenhou funções igualmente na área do cinema e da música.
Natural de Viana do Castelo, Tânia Carvalho iniciou-se na dança clássica com cinco anos, direccionando a sua formação para a dança contemporânea, que culminou com o ingresso no Fórum Dança e, mais tarde, com o curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian.
Responsável por vários projectos, tanto a nível interpretativo como criativo, Tânia Carvalho destacou-se na autoria das peças “Explodir em Silêncio Nunca Chega a ser Perturbador”, “Na Direcção Oposta”, “Um Privilégio Característico” ou “Uma Lentidão Que Parece uma Velocidade”, entre outras.
Co-fundadora da associação “Bomba Suicida”, a bailarina e coreógrafa representou Portugal em eventos como “Pointe to Point”, inserido no Third Ásia-Europe Dance Fórum (no Japão), e foi convidada para residências no Reino Unido e em França onde tem desenvolvido parte das suas criações.
Mais informação:
Luciana Queirós da Silva (imprensa@theatrocirco.com ou 253 203 809) ou em bsculturaltaniacarvalho.blogspot.com e no “call center” 253 203 800.
Theatro Circo / Comunicação
Avenida da Liberdade, 697 - 4710-251 Braga / +351 253 203 804 / +351 913 093 094
imprensa@theatrocirco.com - www.theatrocirco.com
“Olhos Caídos” é a performance que garantiu a Luís Guerra a distinção, pela revista Dance Europe, como um dos melhores bailarinos de todo o mundo e que a coreógrafa Tânia Carvalho apresenta no Theatro Circo a 18 de Novembro, 21h30.
«A minha matriz para este trabalho vai ser mesmo o movimento e deixá-lo aparecer durante o tempo de criação», expõe Tânia Carvalho que, para esta performance, fez questão de ter ao seu lado Luís Guerra. «O Luís Guerra é um bailarino com o qual gosto muito de trabalhar, impressiona-me a forma como ele se apodera dos movimentos que lhe passo e os agarra de corpo e alma», declara a coreógrafa e intérprete de “Olhos Caídos”.
Foi precisamente a partir desta sinergia que, durante a Biennal de la Danse de Lyon, os críticos da revista inglesa “Dance Europe” avaliaram Luís Guerra como um dos melhores bailarinos de dança contemporânea do mundo, atribuindo-lhe a décima sétima posição numa escala de cem.
Com formação clássica, foi na dança contemporânea que Luís Guerra encontrou a liberdade criativa que procurava para a sua arte. A viver em Viana do Castelo, o bailarino já trabalhou com coreógrafos como Bock & Vincenzi, Emio Greco, Marlene Freitas, La Zouze/Christophe Haleb, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Clara Andermatt (PT) e Félix Lozano. Para além de coreógrafo, actividade a que se dedica desde 2005, Luís Guerra já desempenhou funções igualmente na área do cinema e da música.
Natural de Viana do Castelo, Tânia Carvalho iniciou-se na dança clássica com cinco anos, direccionando a sua formação para a dança contemporânea, que culminou com o ingresso no Fórum Dança e, mais tarde, com o curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian.
Responsável por vários projectos, tanto a nível interpretativo como criativo, Tânia Carvalho destacou-se na autoria das peças “Explodir em Silêncio Nunca Chega a ser Perturbador”, “Na Direcção Oposta”, “Um Privilégio Característico” ou “Uma Lentidão Que Parece uma Velocidade”, entre outras.
Co-fundadora da associação “Bomba Suicida”, a bailarina e coreógrafa representou Portugal em eventos como “Pointe to Point”, inserido no Third Ásia-Europe Dance Fórum (no Japão), e foi convidada para residências no Reino Unido e em França onde tem desenvolvido parte das suas criações.
Mais informação:
Luciana Queirós da Silva (imprensa@theatrocirco.com ou 253 203 809) ou em bsculturaltaniacarvalho.blogspot.com e no “call center” 253 203 800.
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